Ein?
Se falta de criatividade (e originalidade) matasse, o (i)mundo gospel seria um cemitério em super-lotação.
Depois de achar que já tinha visto de tudo nesse meio gospel – e aqui me refiro à falta de criatividade dos cantores, cantoras e bandas cristãs por aí – o Ronald Luis do Renovo Blog utiliza-se do Twitter para me mostrar… isso:
by GG
#WeekSong: “Se Por Acaso”, Banda Crombie
A coluna #WeekSong tem se destacado em nosso blog como um refúgio para quem está cansado do mesmo de sempre na música cristã contemporânea. Em busca de criatividade original, pessoas encontram aqui a musicalidade rara em nosso meio.
Portanto, aproveite que encontramos mais uma daquelas pedras preciosas que não se ouve todos os dias nesse mudo gospel, cheio de músicas vazias e sem conteúdo.
Com vocês, pela segunda vez na #WeekSong, Banda Crombie canta “Se por acaso”:
O Cristianismo baseado em números
Por Felipe Nogueira
Passamos atualmente por um tempo no qual o número de membros ligados às igrejas tornou-se mais importante do que a qualidade espiritual dentro delas. É mais importante que o louvor e o culto que prestaremos a Ele.
Na Bíblia está escrito que, se houverem dois ou mais reunidos em nome de Jesus, Ele ali estaria. E aqui o Mestre nos mostra o quanto é simples e relativamente fácil PRESTAR CULTO A ELE.
A escassez de sabedoria e interpretação bíblica de muitos líderes religiosos para entender que mais vale uma alma no céu DO QUE O MUNDO INTEIRO no templo, de qualquer maneira, tem se agravado muito.
Seríamos nós uma geração debilitada pela falta de visão, ou o a interpretação da bíblia se tornou algo como nunca foi antes? Será que o Espírito Santo está se revelando de forma nunca vista? Será que os evangelistas neo testamentários se esqueceram de escrever alguns trechos nos Evangelhos? Até quando os números mostrarão a (falsa) qualidade de uma igreja?
O que tem acontecido é um crescimento desordenado, com debilitações nos acompanhamentos, e a perda rápida do foco entre o “povo”.
Líderes de igrejas numerosas são mais propensos à queda por algum motivo. Alguns buscam tanto por “almas”, mas o fazem simplesmente para lotar seus banco – mas os bancos estarão vazios daquilo que realmente importa. Estando eles vazios, e não havendo a preocupação com essas almas vazias, elas se perdem. Caem em processos de rancor e falta de perdão. Se um pastor tiver 100 ovelhas e uma delas se perder pelo caminho, o pastor deve voltar e recolhe-la para que não se perca mais – não estamos cumprindo este anseio divino.
Até quando nós, ovelhas, vamos ver nossos pastores dando maior atenção àqueles que têm mais dinheiro? Somos igualmente filhos do mesmo Deus, todos temos direito a salvação e a vida eterna, temos todos também direito ao acolhimento e ao pastoreio saudável. Na hora de acolher, quando a “alma” está no mundo, todos acolhem, todos querem aquele para o seu “aquário”. No entanto, quando a alma dentro do “aquário” adoece, poucos se dispõem a cuidar dela.
Estamos atualmente em um tempo em que a Bíblia parece ter se tornado desnecessária. Para esses pastores pós-modernos, as letras dos louvores se tornaram nossa Bíblia. E o mais importante é que nossas igrejas estejam lotadas, para mostrar que “esse são os nossos frutos”.
Não estou aqui criando esta publicação para criticar a uma denominação específica, ou a alguma liderança religiosa da atualidade, queremos mesmo é alertar do que tem acontecido hoje. Se há igrejas grandes, com muitas pessoas, amém!… desde que haja o foco correto: Deus.
Queremos alertar que precisamos vigiar o verdadeiro foco do nosso coração, ter cuidado para que ele não se perca, pois os dias são curtos e tem chegado o tempo.
O que será do futuro da igreja Cristã?
#Humor: MINEIRINHO (001)
O Empresário e o Mineirinho
Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de Minas.
Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas:
- Acha que você poderia me passar umas informações?
- Claro, sô!
- As vacas dão muito leite?
- Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?
- Pode ser as malhadas.
- Dá uns 12 litro por dia!
- E as marrons?
- Tamém uns 12 litro por dia!
O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:
- Elas comem o quê?
- Qual? As maiáda ou as marrom?
- Sei lá, pode ser as marrons!
- As marrom come pasto e sal.
- Hum! E as malhadas?
- Tamém come pasto e sal!
O empresário, sem conseguir esconder a irritação:
- Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?
E o matuto responde:
- É que as maiáda são minha!
- E as marrons?
- Tamém!
Postado por GG, mas nem venha, mineirada, pois quem me contou era de Minas!
=P
Master Super Ultra Mega Gospel Card?
Posso estar errado, podem falar que não sou ninguém para falar alguma coisa, mas acho no mínimo algo muito estranho uma igreja (ou associação, convenção, ou grupos religiosos) terem o seu próprio cartão de crédito.
Acho que missionários são pessoas e não objetos…
Já circula na internet, e até alguns sites ateus já se manifestaram quando a igreja do R.R Soares lançou o seu cartão, mas ver um movimento de uma das igrejas pentecostais de maior renome no Brasil fazer uma coisa dessas é algo que me faz pensar em uma coisa:
Será que quando muitos blogueiros criticaram o cartão do “R.R” e falaram que era modismo dos Neo-Pentecostais, eles não imaginavam que os Pentecostais poderiam fazer a mesma coisa?
Alguns pastores até pregam contra cartões de crédito, mas ai já seria outro post… e vocês o que pensam sobre o assunto? Você teria um Cartão CGADB Gold?
Fonte: S.O.S Gospel
Como membro de uma Assembléia de Deus, só me resta lamentar e registrar meu protesto como um bom Twitteiro: #shameonyou
Vergonha Alheia total…
by GG
7Cast #017.”As Mais Terríveis Pérolas do Gospel”

Hilário? Horrível? Ridículo? Péssimo? Neste episódio, GG (@gustavogui), Henrique Serrat (@rickserrat), Karolzinha (@kalolizinha) e Anne (a noiva do Rick) fazem de tudo para transformar o último 7Cast semanal no seu pior pesadelo, querido ouvinte!
Conheça grandes artistas do meio gospel como Graça Ramalho, Leonardo de Deus, Paulo André e Júlio César; compartilhe conosco de momentos inspiradores da música cristã contemporânea e me diga se esta é ou não é uma das melhores críticas que poderíamos fazer aos mantras que muita gente por aí chama de adoração.
Duração: 00:51:54
Um jabazinho aqui, outro ali…
Caverna do Jedi: http://cavernadojedi.com.br
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God’s Pie
Fonte: Cristão Confuso
Por que só vivemos tempos de colheitas?
Por Felipe Nogueira
Foi a pergunta que fiz ao ir a uma igreja num em um culto noturno de domingo, em que lidei com a seguinte frase, dita pelo locutor da noite, em cima do púlpito: “Este ano será o ano de colheitas”.
É tão engraçado o quanto temos ouvido isto nas igrejas do Brasil a fora, é tempo de colher, é tempo de abundância, é tempo da plenitude, é tempo de prosperidade, etc.
É tão simples entendermos o fato de que só colhemos quando plantamos!
Agora responda-me: quantas vezes você já ouviu alguma igreja por aí dizendo “É ano de plantar, é ano de trabalhar, é ano de sofrer por Cristo”? Talvez nunca tenha ouvido porque, assim como grande parte do atual evangelho, só queremos ver nossas igrejas cheias de pessoas – e não cheias do Espírito.
Na Bíblia há uma passagem que diz “Toda planta que Deus não plantou será arrancada” ( Mt. 15:13), ou seja, não haverá colheita se não plantarmos. Nada acontece se não houver uma ação. E se não for de Deus, “será arrancado”, como diz o versículo acima.
É uma regra: sempre queremos ter nas mãos, mas nunca estamos dispostos a trabalhar por aquilo – sempre há tempo para alcançar vitórias, mas nunca para batalhar por elas.
Não quero passar uma imagem de julgamento por estas manifestações, mas também não posso ficar calado vendo tudo acontecer. Sendo omisso, preso dentro de uma cabine espiritual onde nada está acontecendo de errado, pois tudo está bom – zona de conforto mata!
Ouvi naquela mesma noite mais duas coisas que me chamaram atenção: “Deus não quer que pensamos em outra coisa a não ser a colheita” – vociferava o pregador. Incrível esta afirmação! Então Deus só quer que estejamos bem, que só ganhemos coisas a custa Dele – só as bênçãos! E os necessitados? E os presos? E os famintos? E a caridade? E a misericórdia? E o evangelismo? E a atuação missionária? E aqueles que estão perdidos no mundo, e nada temos feito por eles? E a intercessão? Baseado na afirmação do irmão em cima do púlpito, Deus só quer que fiquemos de braços abertos pra receber o que Ele tem para dar – e sempre são coisas do tipo: carro, casa, dinheiro, sucesso… lá se vai a sua salvação.
Em segundo lugar, ouvi o irmão perguntando “por que é tempo de colheita?”, e logo a minha frente outro irmão responde “Por que merecemos”. Naquele momento me veio uma vontade de colocar para fora tudo que ingeri naquele mesmo dia. Ao ouvir isso, ele criou uma imagem de que somos merecedores de tudo… será?
Então podemos rasgar nossa Bíblia, meu povo! Tudo o que ela falou como “tereis tempo de aflição, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”, simplesmente não existe mais. Podemos apagar as luzes e ir embora.
Sinceramente, fica aqui minha revolta.
E é por essa e por outras que eu odeio religião.
Não toque no ungido que ele te pega…
Clique na imagem para ampliar.
Fonte: Tolices do Orkut
Artista gospel??? Você está fazendo isso errado…
Antes de começar a definir meus pontos, preciso esclarecer que este não é nenhum manifesto pessoal contra alguém ou contra uma ou duas pessoas, mas sim um ponto de vista sobre tudo que tenho visto e presenciado neste mundinho cóspel de Gizuis.
Acho de extremo mau gosto chamar alguns dos “nossos” cantores de artistas.
O curioso paradoxo que pode surgir nos futuros comentários desta postagem é: “eles não são artistas, são levitas” ou “não toqueis nos ungidos” e talvez “não fale do que você não conhece”, etc. Mas o que me incomoda é simples assim: se não querem ser considerados artistas – seja pelo peso da palavra ou por preguiça de pelo menos tentar fazer arte de verdade – por que motivos se comportam como tal?
Já presenciei casos bizarros, como por exemplo o de uma cantora que, em troca de cantar em uma certa igreja, pediu que bordassem as iniciais do seu nome em 40 toalhas de rosto e um camarim com poltrona, espelho, etc. Ora, se isto não é se comportar como os inúmeros artistas que conhecemos, o que será?
Viver da fé, dedicar seu tempo ao Senhor e serví-lo com seus talentos é louvável, e arrecadar dinheiro com isso não é errado, desde que se esteja realmente servindo a Deus e prestando só a Ele louvor. Pessoas que pedem seguranças para que o povo não as toque enquanto sobem ao púlpito não são levitas, e nem artistas, são crianças birrentas que fingem não saber que a brincadeira já acabou a muito tempo. Enganam a si mesmos, crendo que estão dando ao Senhor o seu melhor.
Mas o que de melhor temos para oferecer a Deus senão a nossa vida por completo? Uma bela voz, a eloquência adquirida ou uma postura invejável? Nada disso supera o valor de uma vida.
Enquanto cantores e pregadores mercenários continuam sendo valorizados pelos incautos, aqueles que realmente têm talento e o dedicam inteiramente a Deus são totalmente ignorados pela grande massa cristã, que insistem em pensar que alguém “é de Deus” só pela popularidade.
Os verdadeiros levitas – e eu não disse artistas – são os que valorizam menos o dom e exaltam em si mesmos o Doador, são os que amam o Inspirador da arte, sem se vangloriarem dela. E aqui não digo só de cantores, mas de toda obra artística manifesta para honra e glória de Deus.
Enfim, levitas não são os que aparecem, mas aqueles cuja arte permanece.
by GG






























