Haiti

300!

300! 300! 300! Este é o número exato de postagens que atingimos até agora! Em menos de um ano de existência, o Território 7 acaba de completar 3 centenas de posts, entre podcasts, críticas de livros e filmes, devocionais, charges, vídeos e algumas coisas importadas de outros blogs.
A alegria maior no entanto, não é a de chegar a este número tão rapidamente, já que isso aconteceria de uma forma ou de outra. Mas o que nos move a festejar este marco e trabalhar como loucos para que isto seja só o começo, é que você querido leitor, é o combustível para cada uma das postagens disponíveis aqui. Cada podcast foi feito pensando em vocês, leitores. Cada crítica, foi para pelo menos tentar alimentar a sua sede por leitura ou pelo cinema. Cada charge foi para imaginarmos como deve ser a sua reação, o som da sua risada quando as lê, assim como cada piada foi unicamente para te fazer sorrir.
Por isso este, que é exatamente o post nº 300, é uma forma de te agradecer pela insistência em nos acompanhar todo santo dia… ler nossos devocionais, piadas ou resenhas críticas; ouvir nossos podcasts e assistir os vídeos que disponibilizamos aqui. Obrigado! Muito obrigado!
Pelos comentários, críticas, incentivos e por todo o carinho demonstrado no decorrer deste quase um ano de blog. Quanto mais passam-se os dias, mais tenho certeza de que não criamos um simples site, onde o que mais importa é a quantidade de acessos ou coisa do tipo, mas uma família movida pela fé e pela amizade. Somos um blog de amigos, sejam os que aqui escrevem, ou os que se dispõem a ler os posts.
Pela primeira vez em 300 postagens, não temos palavras para dizer o quanto estamos felizes. Mais uma vez, muito obrigado por serem mais do que leitores. Obrigado por existirem. Obrigado por se tornarem a nossa família! A família T-7!
Com gratidão infinita,
Gustavo Guilherme, vulgo GG.

Aaaaah… a amizade!!!


Aos que sempre me amaram, independente dos meus erros.
E aos que me afligem com sua 
infantilidade besta, recusando minha amizade sincera. 
Amo vocês.

Em tempos tão modernos, onde as relações se tornam cada vez mais virtuais e os verdadeiros amigos tornam-se cada vez menos palpáveis, vejo-me incomodado pela necessidade de esclarecer alguns pontos de vista que levo comigo a respeito de amizade, comunhão e convivência.

Não que sejam três coisas diferentes, aliás, são peças inseparáveis de uma máquina movida pela compreensão, cumplicidade e amor. 

Aliás, ser amigo não é impor suas vontades e ficar magoado se alguém não as cumpre, não é ajudar esperando recompensa, e nem tampouco amar na ânsia de ter este tão nobre sentimento correspondido à altura. Amizade é andar junto, em cumplicidade. É entender a dor do outro, compadecer-se dele e andar mais uma milha, por mais doloroso que seja o caminho. Ser amigo é compreender a vida e os sentimentos do outro, é entregar-se sem reservas à uma jornada que provavelmente não será bancada por ninguém. É tudo por sua conta e risco.

Amizade não é superar as diferenças, mas nem sequer notá-las. É ser íntimo de alguém… mas aqui é preciso atenção: intimidade não é poder tocar, abraçar ou olhar o outro, mas sim conhecê-lo com propriedade e certeza, é ter nas mãos a chave do cofre onde  estão guardados os seus segredos mais obscuros.

Ao contrário do que pensa a maioria, a verdadeira amizade não termina quando uma das partes rompe de alguma forma o contrato social pré-determinado pela convivência entre elas. O que acontece no entanto é o contrário – podemos ter ao nosso lado o mais fiel amigo, se ele falhar em um momento que seja, todos os bons momentos que passamos juntos serão jogados na lixeira. E o condenaremos, com pedras empunhadas, prontas para apedrejá-lo assim que ele manifestar sua reação.

A palavra perdão, que tanto insiste em aparecer em nossas orações, não é por nós compreendida nessas horas. Aliás, quando alguém falha conosco, perdoar é a última coisa que pensamos. Somos impacientes no amor, ingênuos na comunhão, rasos na convivência e incompetentes na amizade. 

Comunhão é viver lado a lado, passo a passo; é chorar, sorrir, sofrer ou vencer juntos. Viver em comunhão é não negar o amor, é conviver não só nos momentos de júbilo, mas principalmente na mais sombria noite, no mais tenebroso vale ou na mais terrível descida.

Não sabemos viver em comunhão. Não sabemos viver a amizade e usufruir dos bens exclusivos que ela nos proporciona. Não passamos de sanguessugas, à procura de nossas próprias vontades, mesmo que isso custe o sangue de alguém.

Eu dou graças aos amigos que fiz. Os que estão perto e os que estão longe. Os bons amigos de verdade, os que me serviram e que se permitiram ser servidos. Os que me amaram sem pedir nada em troca, mas que não negaram a mim o prazer de amá-los também.


by GG

Julgamento e Perdão, por Mark Driscoll

Até Quando?

Fonte: Karapuca

#WeekSong: “Último Ato” (Helvio Sodré)

Encontrar uma música criativa e bem feita no nosso meio, onde tudo é muito óbvio e repetido, é uma tarefa dolorosa. Mas, com muita paciência e coragem, esta coluna mantem sua missão de encontrar agulhas no palheiro.

Desta vez a pedra preciosa é “Último Ato”, de Hélvio Sodré. Ouçam, meditem e aproveitem a coluna mais difícil de manter por aqui… e se você tiver alguma indicação, mande-nos o link por e-mail que teremos o maior prazer de analisar: territoriosete@hotmail.com

Com vocês, mais um pouco de música cristã de qualidade!

:)

Cicatrizes

Ao contrário do que a maioria, eu creio que as cicatrizes não são para lembrar das experiências ruins que passamos e aprender com elas. Acredito sim, que as marcas que ficam de determinadas situações, são para alimentar nossa esperança: a dor estava lá, mas agora só nos restam as marcas das feridas curadas.

Alguém se compadeceu de nós, viu nossas feridas abertas e cuidou de tratá-las. Este mesmo Alguém teve o cuidado de garantir que as chagas fossem curadas até que não passassem de cicatrizes.

O que estou querendo dizer é que, na maioria das vezes, damos mais valor às feridas e marcas deixadas por elas do que ao fato de que nosso Deus cuida de nossa dor. Se aprendemos com elas? Claro que sim, mas se não fôssemos curados, o conhecimento estaria incompleto, a cura não seria plena e nossa fé falharia, com certeza.

Acredito que quando C.S. Lewis afirmou que “o sofrimento é o megafone de Deus”, era exatamente isso que ele estava querendo dizer: não é que as palavras ditas ao megafone sejam traduzidas como dor, mas que as palavras ditas por Deus durante a dor gritam no mais profundo de nossa alma, coisa que não acontece quando a bonança não nos ameaça ou quando tudo vai perfeitamente bem ao ponto de ignorarmos a doce voz do Senhor a nos ensinar a cada passo.

As cicatrizes não são o ponto final de uma longa e dolorosa frase escrita pelas circunstâncias da vida. Mas são, na verdade, a mais bela marca de que não importa o quão terrível seja a dor, o Senhor cuidará de cada uma das nossas feridas.


by GG

A Verdade Nua e Crua

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Campanha: Envie Remédios para o Haiti




Entre 15 e 22 de Junho, a missão M.A.I.S. terá uma equipe médica na região de Bainet, Sudoeste do Haiti. A região, pobre e remota, foi bastante afetada pelo terremoto. Na clínica médica, nos utilizaremos de medicamentos que buscamos conseguir através de doações. Ajude-nos nessa luta!

Para falar diretamente conosco, utilize o telefone (31) 9399-2020 begin_of_the_skype_highlighting              (31) 9399-2020      end_of_the_skype_highlighting (Jônatas Portugal) ou o e-mail maisnomundo@gmail.com.

LISTA DOS MEDICAMENTOS NECESSÁRIOS

Metronidazol 500mg cp
Mebendazol 100mg cp – 100mg/5ml solução oral
Dipirona solução
Cetoprofeno cp – solução
Ibuprofeno cp – solução
Omeprazol/pantoprazol 20mg
Benzoato de Benzila sabonete/solução

Antihipertensivos: atenolol, captopril, enalapril, losartan, metoprolol, hidroclorotiazida.

Nistatina – óvulo, creme
Miconazol – creme
Cetoconazol – creme
Dexametason – pomada
Betametason – pomada

Dexclorfeniramina 2mg cp – 2mg/5ml solução
Descongex solução pediátrica
soro de reidratação oral
Penicilina benzatina ampola
Amoxicilina 500mg cp
Floratil
Paracetamol cp


Fonte: Blog do M.A.I.S. / Púlpito Cristão

O Desafio

Aprendemos, desde pequeninos, na sala geralmente colorida destinada às crianças na maioria das escolas bíblicas dominicais deste país, que devemos ser iguais a Cristo: fazer tudo o que Ele fazia – copiá-lo em tudo e entender nossas escolhas como se fossem Dele, e não nossas. “O que Jesus faria nesta situação?”

No entanto, como em muitas outras coisas, nos ensinaram errado. Devemos imitar o Mestre? Sim, mas suas atitudes nada mais eram do que consequência de uma consciência santificada, devotada unicamente ao amor ao próximo e submissa à vontade de Deus até o fim.

A partir do momento que começarmos a imitar a consciência de Cristo, nossas atitudes refletiram seu amor incondicional. Quando decidirmos deixar nossos preconceitos de lado e passarmos a ver as coisas do ponto de vista desta consciência – a “mente de Cristo” – e só depois de assumirmos na prática esta mentalidade poderemos ser chamados de discípulos.

Enquanto prevalecer o racismo nas igrejas (se acha que isto não existe, parabéns pela ingenuidade), ou o preconceito com crianças, idosos, não cristãos, bêbados, mendigos, etc. Enquanto todo aquele que realmente precisa do remédio não tiver toda nossa atenção e for alvo do nosso amor, não poderemos ser chamados sequer de servos de Deus! Mas, mesmo assim, insistiremos em dizer que somos imitadores Daquele que abriu mão de assentar-se em palácios para compartilhar o jantar com pecadores.

Os que são conhecidos pelos irmão de igreja como santos, imaculados e puros podem muito bem ser conhecidos como adúlteros, mentirosos e hipócritas por aqueles que o conhecem fora do ambiente mais fácil de se manter as aparências: a igreja. 

Só seremos realmente cristãos, reflexos do amor de Cristo, quando aqueles que não conhecem a luz passarem a conhecê-la através de nós. Sem sombras. Sem máscaras.

O verdadeiro desafio não é dizer aos pecadores: “Jesus te ama” – isto é fácil e quem ouve a frase geralmente sabe disso. O desafio na verdade é olhar nos olhos do mais impuro dos pecadores, compadecer-se dele e dizer com convicção e sinceridade: “Eu amo você”.


by GG