Stand Up – Filipe Nascimento
hahaha, legal!
Abraços, DuhVinicius
7Cast #022.”Marcha para quem?”

Neste episódio, GG (@gustavogui), Rick Serrat (@rickserrat) e (acredite se quiser) Samuel Passamani (@Samuelpass) abrem um debate sério sobre a dita “Marcha para Jesus”.
Esta marcha tem sido feita realmente “para Jesus”? Quais eram os ideais que a marcha original tinha, e quais são os ideais pregados aqui no Brasil? Quais são as influências políticas que percorrem os seus bastidores? Quem são as pessoas que decidiram fazer um protesto contra o falso evangelho e que acabaram sendo humilhadas e molestadas durante a marcha? Ouça, medite e deixe seu comentário.
Esta marcha tem sido feita realmente “para Jesus”? Quais eram os ideais que a marcha original tinha, e quais são os ideais pregados aqui no Brasil? Quais são as influências políticas que percorrem os seus bastidores? Quem são as pessoas que decidiram fazer um protesto contra o falso evangelho e que acabaram sendo humilhadas e molestadas durante a marcha? Ouça, medite e deixe seu comentário.
Duração: 01:19:23
Citados neste episódio:
Texto do Hermes Fernandes:
http://www.genizahvirtual.com/2010/06/marcha-soldado-cabeca-de-papel.html
Site do Ministério Ipiranga:
http://www.ministerioipiranga.com.br/
As Duas Marchas:
http://territoriosete.blogspot.com/2009/12/as-duas-marchas.html
Texto da Vera no Genizah:
http://www.genizahvirtual.com/2010/06/contra-marcha-para-gizuz-o-falso-jesus.html
Blog da Vera:
http://estrangeira.wordpress.com/
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#WeekSong: “Meu Querer” (Paulo Cesar Baruk)
O leitor Marcel Sartori (@marcelsartori) pediu, e nós corremos atrás.
Nesta semana, a #WeekSong é dedicada a um dos músicos mais competentes da música cristã brasileira. Com vocês, Paulo César Baruk, cantando a linda música “Meu Querer”:
O Assassino
Um conto de Gustavo Guilherme
Era noite de quinta-feira.
Cheguei em casa cansado, com os pés doloridos e a garganta inflamada. Culpa da longa caminhada entre o escritório e minha casa, e do frio que fez durante todo aquele dia. Exausto, me joguei na cama sem sequer tirar os sapatos. Dormi.
No sonho que tive, um homem caminhava na escuridão da noite. Era eu. Atrás de mim, seguindo os meus passos em silêncio, outro homem – mal vestido e com cabelos esquisitos – caminhava cauteloso. A noite de meu sonho, chuvosa e sombria, me fazia estremecer.
Quando meus pés desviaram-se do caminho, por estar desconfiado do rapaz que me perseguia, comecei a correr por uma rua mal iluminada. O homem veio atrás, correndo exatamente no mesmo ritmo que eu… parecíamos a sombra projetada um do outro, tão semelhantes eram os passos, o balançar do corpo e a respiração.
Por descuido, acabei tropeçando em um mendigo que ali dormia. Meus joelhos tocaram o chão com violência, e o impacto os tornou inúteis – eu havia quebrado a perna. No mesmo instante, depois de sentir a dor em meus ossos, senti também meu rosto espatifando-se numa poça d’água. Virei-me depressa para não me afogar e, gritando, procurei o tal mendigo em quem tropecei. Mas ele não estava mais lá. Sumira.
O homem que me perseguia, no entanto, se aproximava de meu corpo estirado no chão imundo da ruela escura. Passos demorados, respiração ofegante e mãos nos bolsos. Eu estremeci de medo.
O homem chegou perto, mas seu rosto se escondeu nas sombras da noite. Agora eu podia vê-lo de pé, diante de mim, assim como podia ver suas mãos saindo dos bolsos vagarosamente… do bolso esquerdo, saiu uma mão grande, com dedos finos e uma cicatriz. Aquela mão estava vazia. Em seguida, a mão direita, que parecia segurar alguma coisa, foi aparecendo aos poucos… lentamente, pude ver que aquela mão segurava um revolver.
O homem destravou a arma, deu um passo a frente a atirou três vezes. Os tiros me acertaram no peito, e eu, naquele sonho, morri.
Pouco antes de despertar, porém, recordei-me que, antes de levar os tiros, uma luz vinda de algum lugar iluminou a face de meu algoz. O homem, descabelado e mal vestido, sorria. Seus olhos esbugalhados, porém, pareciam estar com medo de alguma coisa. O homem, destro e loiro, tinha uma lágrima presa nos olhos.
O homem, assassino, era eu.
Conto escrito após meditar sobre algumas considerações do escritor Brennan Manning a respeito do “impostor que habita dentro de cada um de nós”.
by GG
Banda Resgate
Há alguns dias, Zé Bruno e Jorge Bruno (vocalista e baterista, respectivamente) cederam uma entrevista muito divertida e bem humorada ao programa Super Sonika, no quadro Câmera Bee.
Durante a entrevista eles falam dos 21 anos de carreira da banda, da convivência, dos projetos futuros e do novo CD. Vale a pena dar uma conferida e ver como os caras são bem humorados!
PARTE 1
PARTE 2
A MANIA DAS PULSEIRAS…
Depois da “febre” das pulseiras do Sexo, chegou as pulseiras de times, confira…
Abraços, @DuhVinicius
This Side Up
JC 2.2 – Episódio 014.”Copa do Mundo” – by Rick

E quem nos traz uma breve meditação sobre a relação entre o cristão e a Copa do Mundo desta vez é Rick Serrat (@rickserrat), nosso mineirinho inspirado! Afinal, qual é nosso papel como cristãos nesta época tão atípica? Nossa missão é apenas torcer para um time de futebol, ou fomos chamados para algo maior? Ouça, medite e deixe seu comentário.
Os episódios do JC 2.2 duram no máximo dois minutos e vinte segundos e abordam temas de edificação, admoestação, ideias, conceitos e, principalmente, todo nosso sentimento sobre o cristianismo que decidimos viver, compartilhados com você semanalmente!
Duração: 00:02:18
Quer mandar sua dica de tema para o JC 2.2?
Os episódios do JC 2.2 duram no máximo dois minutos e vinte segundos e abordam temas de edificação, admoestação, ideias, conceitos e, principalmente, todo nosso sentimento sobre o cristianismo que decidimos viver, compartilhados com você semanalmente!
Duração: 00:02:18
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Ouça!
Ouça!
O Evangelho Bipolar
É fato: a bipolaridade da igreja atual está atingindo proporções absurdas!
Não é difícil encontrar alguém que parece que ganhou uma copa do mundo durante o culto e ver esta mesma pessoa com cara de quem nunca venceu na vida logo que o culto termina. É só o pastor apitar o fim da partida, que o jogador se rende. É só soar o gongo e o triunfante lutador se torna apenas mais um perdedor, jogado na lona, nocauteado pela realidade crua que o envolve.
Acostumamos a ensinar nossos irmãos que tudo acabará bem, que a vitória vai chegar, que nada de mau vai nos acontecer, que a vida nos guarda o melhor, que o que realmente importa é o triunfo, etc. Mas esquecemos de mostrar a eles as dificuldades do caminho. Nos esquecemos de avisá-los de que espinhos são naturais e que o caminho é estreito demais para passarmos por ele sem nos machucarmos.
O resultado deste nosso lapso de memória? Somos bipolares. Se em um momento estamos no culto adorando a Deus com um grande sorriso nos lábios, cantando alegres; no outro estamos em casa chorando deprimidos por quê um parente ainda está se drogando, se prostituindo ou adulterando. Por duas horas nós ouvimos mensagens de auto-ajuda vindas dos púlpitos, mas no momento seguinte vemos que aquelas palavras não nos alimentaram o suficiente para passarmos ilesos pelo vale da sombra e da morte.
O Evangelho Bipolar que é pregado pelos grandes líderes também me assusta demais. Em um momento, nos ensinam a “virar a outra face” quando somos ofendidos; no outro, são adeptos vorazes do “olho por olho, dente por dente”. Em um domingo, nos falam que não podemos nos conformar com este mundo; e no mesmo dia, cruzam os braços ao ver a indiferença estampada nas ruas da cidade.
Entre louvores eufóricos e meditações deprimentes, eu prefiro a mensagem do Reino, a qual me diz que tanto a alegria quanto a dor devem ser compartilhadas entre irmãos, e que me ensina que o mais importante não é esbanjar vitórias e conquistas, mas reconhecer que o caminho é apenas um, sem distúrbios bipolares.
Aquele que desceu do céu, se fez pobres como nós, e não preferiu as riquezas da vida – é Ele e apenas ELE, o caminho que devemos seguir.
by GG
Adão, Eva e a TPM
Fonte: Karapuça



























