#Resenhando 004: “As Crônicas de Nárnia – O Sobrinho do Mago‏”

Conheci “As Crônicas de Nárnia” em 2008, quando assisti pela 1ª vez o filme “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa”.  E pelo que me lembro, não me despertou tanto interesse na época. Assisti o filme como quem assiste a outro qualquer.

Daí, descobri que o filme era baseado no segundo livro (por sequência) de uma série de livros de C.S. Lewis. E como os filmes quase sempre ferem os livros, eu resolvi ler todos os volumes literários. Começando pelo primeiro, claro.

Quando soube que os livros da série foram publicados apenas 50 anos depois de terem sido escritos, eu realmente me interessei em saber o que havia por trás de tanto atraso. Foi nessa época que “O sobrinho do mago” caiu em minhas mãos.

Até hoje, não consegui descrever em palavras a emoção que sinto ao ler este livro. Principalmente o capítulo nove. Já li e reli o livro várias vezes. Mas este capítulo, foram mais de dez vezes. Read more

Bom garoto…

Fonte: Vida Besta

Fantástico!

Curta-metragem: Archetype

T-7 is back!

… ou não.

Trailer: “The Artist”

Foram poucas as vezes em que me emocionei tanto assistindo um simples trailer.

“The Artist” já abocanhou alguns prêmios (o Cannes de melhor ator e o New York Film Critics Circle Award de melhor filme, por exemplo) e vem conquistando a crítica especializada desde então.

Basta esperar a estreia por aqui (se é que coisa tão boa chegará algum dia em nossas terrinhas tupiniquins).

Curta-Metragem: “Strangers”

Sensacional!

Sistema

Via

#Diferenciando 008: “Quem ama corrige, quem apenas corrige…”

por Abner Arrais

Você já se sentiu marginalizado em sua própria igreja por causa de um pensamento diferente? Suas palavras já foram distorcidas alguma vez, de forma que colocaram na sua vida pecados que não existiam, ideias que chegam a ser heresias de tão distorcidas? Fique sabendo que você não é o primeiro que passa por isso.

Durante toda a história da Igreja, vários homens foram marginalizados por terem ideias totalmente diferentes do “senso comum”. Podemos nos lembrar, por exemplo, da Inquisição que chegou ao ponto de matar todos aqueles que se levantavam contra o autoritarismo da Igreja e descobriam que a Bíblia falava muitas coisas diferentes do que a Igreja costumava praticar, eram mortos.

Jean Paul Sartre, o filósofo representante do existencialismo, era ateu. Mas recentemente descobri um trecho de um livro dele (As Palavras) que diz o seguinte:

“Eu precisei de Deus. Ele me foi dado, e eu o recebi sem compreender direito o que estava procurando. Então – porque meu coração não deixou que ele lançasse ali suas raízes, Deus terminou morrendo em mim… Hoje, quando o mencionam, eu digo – como se fosse um velho tentando reviver uma velha chama: ‘Há cinquenta anos atrás, se não houvesse um mal-entendido, se não houvesse certos equívocos, se não houvesse o acidente que terminou nos separando, nós dois teríamos um belo caso de amor’”. Read more

Criatura amarga

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Fonte: Vida Besta