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	<title>Território7, Deusfm &#124; Cinema, Séries, Literatura e Cultura Pop sob um Prisma Diferente...</title>
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		<title>Os filmes mais interessantes que vi em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:20:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ano que passou foi um ano incomum. Apesar das muitas estreias, pouca coisa me fez sorrir ou chorar dentro da sala de cinema. Não que boas obras não tenham chegado por aqui, mas as que sobreviveram ao turbilhão de Blockbusters foram poucas. Pouquíssimas. Muitos filmes que aguardávamos ver em 2010 só chegaram aqui no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/RotPotA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3897" title="RotPotA" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/RotPotA.jpg" alt="" width="560" height="290" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O ano que passou foi um ano incomum. Apesar das muitas estreias, pouca coisa me fez sorrir ou chorar dentro da sala de cinema. Não que boas obras não tenham chegado por aqui, mas as que sobreviveram ao turbilhão de <em>Blockbusters</em> foram poucas. Pouquíssimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos filmes que aguardávamos ver em 2010 só chegaram aqui no ano seguinte e, por isso, o título deste post se refere somente aos filmes que vi em 2011.Se você sentir falta de algum filme que achou espetacular, sensacional, estupendo ou qualquer coisa do tipo, é porque não o vi ainda, ou já o tinha visto em 2010, ou porque simplesmente não achei o tal filmaço essa Coca-cola toda.<span id="more-3896"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eis a lista:</p>
<p style="text-align: justify;">10. <strong>Contra o Tempo: </strong>Ficção Científica estrelada por um ator que considero um dos piores de Hollywood. Jake Gyllenhaal está longe de ser o atorzão que prometia ser lá em <em>Donnie Darko</em>, filme no qual Jake conseguiu sua melhor atuação. Mas, apesar das limitações do ator, <em>Contra o Tempo (Source Code)</em> é uma excelente pedida! Com uma história intrigante, bem contada e intensa,<em> Source Code</em> entra na lista. Sem dúvida, um filmaço!</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fYZ0nWKyBhU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/fYZ0nWKyBhU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">09. <strong>O Vencedor</strong>: ﻿<em>&#8220;Ao contrário do que se pode pensar, <strong>&#8216;O Vencedor&#8217;</strong> não é só mais um filme sobre um lutador que dá a volta por cima. O  filme consegue abranger temas muito mais fortes e de uma maneira séria e  muito interessante.&#8221; </em>- estas palavras foram escritas por mim e você pode ler minha review sobre este filme clicando <a href="http://territorio7.com.br/blog/pipocaletra-012-%e2%80%9co-vencedor%e2%80%9d/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Wbc_aeLZjCM?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/Wbc_aeLZjCM?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">08.<strong> A Rede Social</strong>: Filme muito falado, promessa a ganhar Oscar de Melhor Filme, mas acabou não levando muita coisa. Também escrevi sobre ele <a href="http://territorio7.com.br/blog/pipocaletra-011-a-rede-social/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><object width="560" height="410"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6VtX6przSlI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/v/6VtX6przSlI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">07. <strong>O Discurso do Rei:</strong> A atuação brilhante de todo o elenco é o que faz deste um dos filmes mais legais desta lista. Com um trabalho curioso de fotografia e direção que colaboram com o brilho dos atores, principalmente <em>Colin Firth</em>, o vencedor do Oscar por este grande papel, <em>The King Speech</em> é uma película única, diferente, emocionante e divertida. Sem dúvida, um dos ingressos mais bem pagos de 2011.</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CkFWBfuwI5U?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/CkFWBfuwI5U?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">06. <strong>127 Horas:</strong> Sempre gostei dos filmes de Danny Boyle. Gosto de sua câmera intimista, intrometida, ágil e abusada. Gosto da rapidez de suas histórias, de como ele as conta sem encher lingüiça, indo direto ao assunto da película, enaltecendo o brilho do roteiro sem perder sua marca. E 127 Horas é, talvez, um dos filmes mais intensos e belos do diretor. Mas este filme jamais seria &#8220;essa Coca-cola toda&#8221; se não fosse o trabalho de James Franco, o jovem ator sem entrega ao papael com tanta alma que, em alguns instantes, nos esquecemos de que aquilo é um filme e embarcamos na odisseia de Aron Ralston em busca de sua sobrevivência.</p>
<p><object width="560" height="410"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yNC79Zw-lcU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="410" src="http://www.youtube.com/v/yNC79Zw-lcU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">05. <strong>X-Men Primeira Classe:</strong> Antes da estreia, muita gente desconfiava. Alguns cartazes denunciavam pouco cuidado na divulgação do filme que contaria a origem dos X-Men. Mas foi só estrear que conquistou plateias e críticos, e com razão. Boas atuações, roteiro bem escrito, efeitos especiais incríveis e a direção competente de <em>Matthew Vaughn (Kick-Ass)</em>. Valeu a espera, valeu o ingresso&#8230; filmaço!!!</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-y8geI-IKTU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/-y8geI-IKTU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">04. <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 2</strong>: Sim, Harry Potter. E ele não está nesta lista só porque acompanhei a saga desde meus 15 anos, ou porque tive o privilégio de ver todos os filmes no cinema, acompanhando o crescimento e desenvolvimento dos atores e personagens desta longa história. O último filme da saga <em>Harry Potter </em>está nesta posição porque é, sem dúvida, um excelente filme de guerra &#8211; e eu me amarro em filmes de guerra. Além disso, é o melhor de toda a saga, com atuações intensas e dedicadas, uma direção competente, fotografia e trilha sonora bem feitas e o final que os fãs espalhados pelo mundo tanto esperavam.</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JV7dRAcbl9M?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/JV7dRAcbl9M?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">03. <strong>O Palhaço:</strong> Aaaah, &#8220;O Palhaço&#8221;! Aaaaah, Selton Mello! Ainda vou publicar um <em>&#8220;Pipoca&amp;Letra&#8221;</em> sobre este filme, mas isso não me impediria de colocá-lo aqui. Afinal, foi o filme que mais me fez chorar na sala de cinema neste ano de 2011. Delicadeza e bom humor são as armas de um Road Movie simpático e bem produzido, no qual o tema central é a busca por felicidade e sucesso, esta universal busca pela nossa missão, nosso objetivo de vida! Quem nunca se viu diante do espelho, &#8220;maquiando-se&#8221; para o dia de rotina que se inicia? E quem nunca se perguntou &#8220;afinal, pra que serve essa vida&#8221;? Se você ainda não encontrou a resposta, talvez <em>O Palhaço</em> lhe ajude a pensar melhor nessas coisas. Filmaço!</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H5qReKA8sD0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/H5qReKA8sD0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">02. <strong>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem:</strong> A imagem que ilustra este post são os olhos severos de Cesar, o macaco interpretado (sim, interpretado) pelo grande ator Andy Serkis, o mesmo que interpretou (sim, interpretou) Gollum na trilogia<em> &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;</em>. E não são apenas Andy Serkis e a tecnologia incrível de captura de movimentos que fazem deste filme uma obra prima moderna, mas também a sua história e o modo como ela é contada, com uma narrativa visual cheia de divisões e ritmos variantes. Se você é destes que não gosta de ser enganado por muitos efeitos e pouca história,<em> &#8220;Planeta dos Macacos &#8211; A Origem&#8221;</em> é a pedida certa. Empolgante, original, espetacular!</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EPva4jovgJo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/EPva4jovgJo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">01. <strong>Cisne Negro:</strong> <em>&#8220;Superação, obsessão e medo.&#8221;</em> &#8211; já escrevi sobre Nina Sayers e sua intérprete, uma impecável Natalie Portman totalmente entregue ao personagem. Também já falei sobre o diretor desta obra prima, este clássico instantâneo, Darren Aronofsky e suas câmeras compulsivas, frenéticas. O intrigante é que deste o dia em que escrevi sobre Cisne Negro <a href="http://territorio7.com.br/blog/pipocaletra-013-cisne-negro/" target="_blank">aqui</a>, não me lembro de ter visto outro filme igualmente impactante, ou ao menos tão interessante quanto. Cisne Negro é único, espetacular e, é claro, o melhor filme que meus olhos viram em 2011.</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5jaI1XOB-bs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/5jaI1XOB-bs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Mantive <em>&#8220;A Árvore da Vida&#8221;</em> fora da lista, mas não porque não tenha gostado dele. Revendo o filme, notei que trata-se de uma obra complexa e que, sem dúvida, pode gerar muita polêmica. Por isso, prefiro dedicar um texto exclusivo sore ele em um futuro próximo. Então é isso! Feliz 2012 atrasado e que venham os bons filmes!</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P1YmAtL-5ls?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/P1YmAtL-5ls?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">by <strong>GG</strong></p>
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		<title>Em que Esperar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thamy Albuquerque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Thamy Albuquerque Depois de “anos” (sim, exagerei!) sem postar, cá estou eu novamente! Não sei ao certo o que me manteve tanto tempo longe do blog, longe das letras, longe da exposição dos meus pensamentos, mas sei o que me trouxe de volta: o desejo enorme de voltar a compartilhar o que penso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3887" title="2012" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/2012.jpg" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>por<strong> Thamy Albuquerque</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de “anos” (sim, exagerei!) sem postar, cá estou eu novamente! Não sei ao certo o que me manteve tanto tempo longe do blog, longe das letras, longe da exposição dos meus pensamentos, mas sei o que me trouxe de volta: o desejo enorme de voltar a compartilhar o que penso com vocês, leitores dessa preciosa ferramenta de divulgação de idéias!</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desses meses tenho observado tantas coisas que fico na dúvida sobre qual assunto abordar nesse texto de retorno. Mas logo lembrei em que época estamos e quero compartilhar rapidamente com vocês algo que sempre me incomoda em finais e inícios de ano.<span id="more-3882"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estava aqui pensando, e percebi que, em época de final de ano, todo mundo para pra pensar no que fez de bom, no que fez de ruim, se metas e sonhos foram alcançados, se conseguiu manter tudo o que tinha. Entre essas pessoas, sempre existem aquelas que dizem: &#8220;AH, eu poderia ter sido mais feliz se eu tivesse comprado um carro&#8230;&#8221; ou ainda &#8220;Poderia ter sido um bom ano se eu tivesse encontrado o amor da minha vida&#8230;&#8221; Mas quer saber da real? Ninguém pode ser feliz distante de DEUS! Você pode ter carro, casa, o Mac ou o IPad que tanto queria&#8230; Mas <strong>NUNCA </strong>(frisando isto: NUNCA) serás feliz se estiveres longe de Deus. As pessoas são falhas e podem te entristecer do dia pra noite&#8230; As coisas materiais, com o tempo, se acabam&#8230; Mas o amor de Deus e a felicidade que ele proporciona aos seus filhos não. Estes são duradouros. São <strong>ETERNOS</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes agradecemos a Deus pelo ano que passou, mas sempre fazemos mil queixas sobre ele e queremos que, no ano que se inicia, seja tudo diferente. E, de fato será se, e somente se, não criarmos expectativas em coisas materiais. A gente se decepciona com nossos dias tediosos ou com nossas decisões erradas quando queremos “correr atrás da nossa felicidade” e esquecemos de nos deixar ser guiados pela vontade de Deus. Somos ansiosos, egoístas, imediatistas. E isso nos faz infelizes.  Pra ser feliz em 2012 dou uma dica a vocês: decidir fazer a vontade Deus, decidir descansar Nele na certeza que dias melhores virão. Assim como Davi fala no Salmo 62:5, “<em>Descanse somente em Deus, ó minha alma; dele vem a minha esperança.” </em>- Esperemos também em Deus!</p>
<p style="text-align: justify;">Não vamos criar expectativas pra este ano, vamos esperar que a vontade de Deus se cumpra. Vamos agir, trabalhar, sorrir, sonhar, viajar, enfim, vamos viver! O ano vai fluir, coisas boas vão acontecer, e é isso que a gente tem que esperar.   <em> </em></p>
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		<title>Poderes Ocultos &#8211; Capítulo 11: Paciente</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 21:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joder</dc:creator>
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		<description><![CDATA[by Joder Filho A atendente chorava sozinha. Como tantas outras noites de sua vida, a jovem se via perdida, sem respostas e com o coração apertado, orando pra que tudo aquilo acabasse logo. Em geral, adormecia assim, embalada pelas lágrimas, esperando que o dia simplesmente viesse e que os raios do sol e a luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/poderes11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3875" title="poderes11" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/poderes11.jpg" alt="" width="560" height="256" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">by <strong>Joder Filho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A atendente chorava sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Como tantas outras noites de sua vida, a jovem se via perdida, sem respostas e com o coração apertado, orando pra que tudo aquilo acabasse logo. Em geral, adormecia assim, embalada pelas lágrimas, esperando que o dia simplesmente viesse e que os raios do sol e a luz magicamente mandassem embora todo e qualquer problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Sentada sozinha em sua cadeira, praguejava contra si mesma, lamentando o fato de não estar lá. Ela deveria cuidar dele, afinal, ele sempre esteve lá por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda enxugava as lágrimas quando as duas irromperam pela porta, carregando pelos braços um rapaz desacordado. Elas já vinham pedindo ajuda a todos e pareciam desesperadas, quando a atendente correu para acudi-las.<span id="more-3863"></span></p>
<p style="text-align: justify;">– O que houve com ele? – ela perguntou para a que parecia a mais velha das duas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Ele caiu e bateu a cabeça com força – Larissa respondeu</p>
<p style="text-align: justify;">– Você tem que ajudá-lo! – Ângela emendou – Rápido!</p>
<p style="text-align: justify;">– Coloquem-no numa das macas no corredor, eu vou chamar o médico de plantão. – disse sumindo numa porta atrás de si.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltou em menos de um minuto com o médico seguindo-a. Ela apontou indicando ao médico qual era a maca, logo depois fez um gesto chamando Larissa para a recepção.</p>
<p style="text-align: justify;">– Vocês são parentes dele? – ela perguntou enquanto se sentava e pegava o formulário hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;">– Somos irmãs dele – mentiu Larissa.</p>
<p style="text-align: justify;">– Qual o nome dele? – disse sem levantar os olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">– Jairo Batista de Melo – Larissa pôs seu sobrenome no nome de do rapaz. Se iria mentir, que fosse convincente pelo menos.</p>
<p style="text-align: justify;">– Certo, vou precisar dos seus documentos e dos dele. – ela disse estendendo o formulário – e de sua assinatura aqui. Preencha com os dados pessoais do seu irmão e assine na linha abaixo. Qual o caso dele?</p>
<p style="text-align: justify;">– Caso? – Larissa perguntou enquanto pegava o formulário e a caneta.</p>
<p style="text-align: justify;">– Caso psiquiátrico. – Ela disse fitando Larissa – Sabe que somos uma clínica psiquiátrica e não um pronto-socorro, né? Do contrário, posso pedir para uma ambulância vir buscá-lo para transferi-lo para o hospital mais próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">– Ele é bipolar. – mentiu de novo. Ela era boa nisso. Sempre fora. Mentiu a vida toda, porque agora parecia tão difícil?</p>
<p style="text-align: justify;">– E os documentos? – ela perguntou</p>
<p style="text-align: justify;">– Ele&#8230; é&#8230; estão em casa. – conseguiu dizer – é que estávamos na rua. Ele teve uma crise e fugiu. Aí fomos atrás dele e quando tentamos levá-lo pro carro ele caiu e bateu a cabeça, aí corremos pra cá.</p>
<p style="text-align: justify;">A moça a fitou por um instante. O desespero era visível. Em geral, a direção não aceitava nenhum caso sem documentação. Seria obrigada a mandá-las para um pronto-socorro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Por favor – ela disse num tom de súplica.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensou de novo. Respirou fundo e disse, por fim:</p>
<p style="text-align: justify;">– Ok. Ele pode ficar por hoje, mas preciso desses documentos até hoje à tarde, entendeu? Então uma das duas terá que ficar com ele enquanto a outra busca. É possível?</p>
<p style="text-align: justify;">– Sim, é claro – respondeu.</p>
<p style="text-align: justify;">A atendente fez um sinal afirmativo com a cabeça para o médico que se virou e começou a empurrar a maca de Jairo. Ângela seguia-o de perto.</p>
<p style="text-align: justify;">– Ele vai levá-lo para um quarto disponível. É um procedimento proibido sem a documentação, então é melhor apressar-se, senão terei que retirá-lo do quarto e enviar a um pronto-socorro qualquer antes de ser demitida.</p>
<p style="text-align: justify;">– Muito obrigada – disse correndo para acompanhar o médico. Antes de passar pela porta, se deteve e virou-se para a atendente por um segundo – Perdão, mas, qual o seu nome? – perguntou sem graça.</p>
<p style="text-align: justify;">– Camila – ela disse</p>
<p style="text-align: justify;">– Muito obrigada, Camila. De coração – disse com um sorriso honesto. E com isso, sumiu atrás das portas da clínica.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico acomodou Jairo num quarto com ajuda de um enfermeiro que passava pelo corredor. Fizeram o curativo na cabeça do rapaz e o enfermeiro saiu para olhar os outros pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">– Demos um analgésico pra ele. Vai ficar desacordado por mais umas três ou quatro horas, mas venho olhá-lo a cada duas horas. Meu nome é Macedo – disse enquanto preenchia a ficha médica – se precisarem de algo, estarei de plantão o dia todo. No mais, ele ficará bem. O corte foi leve.</p>
<p style="text-align: justify;">– Obrigado – disse Larissa</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que ele saiu, Ângela, num tom quase de choro disse olhando para o rapaz:</p>
<p style="text-align: justify;">– É tudo culpa minha.</p>
<p style="text-align: justify;">– Calma garota. Você ouviu o homem, ele vai ficar bem. Agora se concentra no que temos que fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">– Tudo bem – disse enxugando as lágrimas – Como vamos fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">– Primeiro, vou achar o outro cara. Você fica aqui e tenta acordar Jairo. – disse abrindo a porta e se preparando pra sair.</p>
<p style="text-align: justify;">– E depois? – Ângela indagou</p>
<p style="text-align: justify;">Larissa inclinou um pouco a cabeça e disse por cima do ombro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Depois a gente se vira pra dar o fora daqui o mais rápido possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizendo isso, saiu fechando a porta atrás de si, deixando Ângela sozinha com Jairo no quarto. As coisas se complicavam cada vez mais.</p>
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		<title>Feliz 2012!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 21:10:16 +0000</pubDate>
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		<title>Trailer: &#8220;The Artist&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:00:19 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Foram poucas as vezes em que me emocionei tanto assistindo um simples trailer.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;The Artist&#8221; já abocanhou alguns prêmios (o Cannes de melhor ator e o New York Film Critics Circle Award de melhor filme, por exemplo) e vem conquistando a crítica especializada desde então.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta esperar a estreia por aqui (se é que coisa tão boa chegará algum dia em nossas terrinhas tupiniquins).</p>
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		<title>Curta-Metragem: &#8220;Strangers&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:46:46 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: center;">Sensacional!</p>
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		<title>Dexter Morgan, padroeiro do século XXI</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:55:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Paulo Brabo Não chegou até mim arte televisiva contemporânea mais bem escrita do que Dexter, o seriado norte-americano sobre um assassino em série que mata assassinos em série. E não se trata só dos enredos bem amarrados, do uso inteligente e bem-humorado das narrações em off, das ambições shakespearianas dos arcos narrativos e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/dexterT7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3846" title="dexterT7" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/dexterT7.jpg" alt="" width="560" height="290" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">por <strong>Paulo Brabo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não chegou até mim arte televisiva contemporânea mais bem escrita do que <strong>Dexter</strong>, o seriado norte-americano sobre um assassino em série que mata assassinos em série. E não se trata só dos enredos bem amarrados, do uso inteligente e bem-humorado das narrações em off, das ambições shakespearianas dos arcos narrativos e da construção de edifícios de suspense mais altos do que se considerava humanamente concebível. Há a questão do discurso além do discurso, a questão de um arranque criativo semiconsciente que mostra-se tanto uma precisa captura do espírito da época quando uma inclemente reflexão sobre ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto-me tentado a escrever volumes sobre Dexter; permita-me impor uma página ou duas.<span id="more-3845"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dexter, sumo sacerdote da violência redentora</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os norte-americanos, ainda mais do que o restante dos homens, são obcecados com as possibilidades redentoras da violência. Dessa obsessão nascem as paixões nacionais pela pena de morte, pelos super-heróis, pelas glórias militares, pelos filmes de terror, pelo oeste sem lei. A mesma fé no poder redentor da violência inspira os adeptos do vigilantismo (aquelas ordens civis que fazem a justiça com as próprias mãos), inflama os tiroteios suicidas nas escolas e anima as aspirações dos assassinos em série.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua qualidade de assassino impiedoso de assassinos impiedosos, Dexter Morgan é a encarnação de todas as seduções dessa teologia. Impossível não dobrar-se de prazer quando o Dexter elimina um criminoso culpado com a mesma minuciosa crueldade com que o criminoso que está sendo eliminado costumava matar gente inocente. Há algo de irresistivelmente justo e congruente e libertador nessa simetria; como seres humanos somos incapazes de resistir a uma história que nos conduza até um lugar em que ela possa ser devidamente celebrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Dexter nos leva a esse lugar todas as vezes. Quando deixamos de acreditar nas possibilidades da justiça efetuada pelas mãos de homens, não é como se não tivéssemos um sumo sacerdote que se compadecesse de nós. Dexter, que o rubro céu o proteja, é a incorporação da guerra justa e da violência redentora justamente quando podíamos ser tentados a deixar de acreditar nela. Pelos heróis que nascem banhados em sangue, rogai por nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dexter, patrono do gerenciamento de múltiplas identidades</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde pelo menos Jekyll e Hyde, de cujo legado se apropriaram tantos super-heróis e supervilões, a ficção tem brincado com as possibilidades metafóricas e dramáticas de uma dupla identidade. O jogo cambiante das máscaras pode ser, na verdade, retraçado como o mistério impulsionador de todo teatro e de todo o drama.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, com a extravagante entrada em cena da internet, vive-se o primeiro momento da história em que o homem comum pode se ver pessoalmente envolvido com as tentações e complicações do gerenciamento de identidades. A internet, que é repleta de destinos mas não confere passaportes, é um um convite aberto para que desenvolvamos vários rostos.</p>
<p style="text-align: justify;">É coisa mais do que corriqueira cultivar mais de um blog, sustentar mais de uma conta no Google ou usar nomes diferentes em diferentes redes sociais, cada uma dessas instâncias voltada para um interesse ou para um público. Há o cara da foto no Facebook, que pode não querer usar o mesmo nome quando entra num ambiente da internet em que se folheia pornografia, em que se compartilha conteúdo pirata ou em que se discute a sua preferência sexual. Na verdade, cada vez que precisa escolher um nome de usuário você está sendo convidado a assumir uma nova identidade, a desenhar um novo círculo que não necessariamente interceptará aqueles que em você, sob algum nome, já existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, as contas de usuário servem menos para proteger a sua privacidade do que para orientar a publicidade que será despejada na sua direção, mas a sedução de cada nova máscara permanece. Ninguém precisa mais contentar-se em ser uma pessoa só1.</p>
<p style="text-align: justify;">Na narrativa de Dexter, a centralidade do problema do gerenciamento de identidades reflete as complicações dessa nossa nova condição. Dexter é na luz do dia um policial quietão mas gente boa, profissional de primeira, amigo leal e pai de família, mas no abrigo da noite persegue sem trégua a sua obsessão, o “passageiro sombrio” que exige recorrentes derramamentos de sangue para manter-se mais ou menos sob controle. Nas histórias de super-heróis a problemática da identidade dupla é em geral tratada com leveza de farsa e descartada sem maiores problemas, mas a iminente e impensável sobreposição de mundos opostos é o que define toda a tensão na trajetória de Dexter.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhamos os seus trabalhos no sentido de manter as suas esferas separadas, mas entendemos simultaneamente que ninguém tem como manter partes de si mesmo independentes por tempo indeterminado. Por outro lado, as ferramentas da internet tem nos dado tamanha tarimba na prática da compartimentalização que nos tornamos incapazes de considerar como desejável a perspectiva de abrir mão de qualquer uma de nossas identidades paralelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o grande desafio da maturidade psicológica é o que Jung chama de individuação – o processo de nos tornarmos um in-divíduo, harmonizando num todo não-dividido as partes de nós mesmos que vivem em esferas separadas, – Dexter serve de formidável parábola sobre as dificuldades desse processo na presente experiência. Os dois mundos de Dexter não têm como colidir sem catástrofe; da mesma forma, temos aprendido a sustentar uma árvore inteira de narrativas pessoais que em outro tempo seriam consideradas irreconciliáveis. Pelos desafios do gerenciamento de identidades, rogai por nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dexter, santo protetor dos alienados e perplexos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O aspecto mais ressonante e original da narrativa de Dexter, no entanto, é sua alienação essencial do mundo que o rodeia. Tendo sua estrutura psíquica precariamente organizada depois de sobreviver a um devastador trauma de infância, Dexter não sabe e não entende o que o mundo exterior espera dele. Não sabe sentir ou agir “naturalmente”. Suas reações são todas simuladas, fundamentadas na observação. Incapaz de encontrar dentro de si uma fonte genuína de convicção e de sentimento, seu método é oferecer em cada momento ao mundo o que ele imagina que o mundo espera dele naquele momento – e surpreende-se quando funciona na maioria dos casos. As pessoas ao seu redor o tomam por um cara um pouco esquisito mas simpático, sensível e de confiança – porém ele mesmo entende ser uma completa farsa.</p>
<p style="text-align: justify;">É por esse milagre, pela sua ascendência como ícone espetacular de nossa própria alienação essencial, que vejo em Dexter a figura altaneira do padroeiro deste século.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis um cara que, como grande parte de nós, ou como todos nós grande parte do tempo, relaciona-se com o mundo como um observador, não como um participante. Dexter vive imerso numa experiência que lhe parece inteiramente estranha e impenetrável. Não tendo sido poupado de enxergar o caráter arbitrário e artificial das reações e princípios que tomamos por naturais, ele aprendeu a resignar-se a olhar o mundo com o fascínio e o horror com que observaríamos uma civilização extraterrestre.</p>
<p style="text-align: justify;">O poder da metáfora está em que, devido a uma vasta cadeia de causas interligadas, nenhum conceito representa com mais acerto a condição do habitante deste milênio do que este: alienação. Não importa quão saudável ou natural lhe pareça o seu cotidiano, nosso próprio modo de viver está inteiramente permeado de pacotes de estranheza e de distanciamento. Karl Marx entreviu o capitalismo como fonte inexorável de alienação, mas absolutamente não tinha como prever os extremos vertiginosos aos quais içaríamos essa tendência.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há como não identificar-se em alguma medida com Dexter e sua precária relação com um mundo alheio e indecifrável. Tornamo-nos, no modo que vida que aprendemos a tolerar, gente assim. Como os personagens de um mau filme de ficção científica da madrugada, aprendemos a nos relacionar uns com outros e com o mundo pela intermediação de máquinas, tendo perdido a arte do contato direto com o que quer que seja. Nada no mundo real gera em nós uma verdadeira conexão, e todas as nossas reações dentro dele são simuladas. Onde deixei o meu celular? Pelo horror de um mundo que não nos diz respeito, rogai por nós.</p>
<p style="text-align: justify;">-</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.baciadasalmas.com/2011/dexter-morgan-padroeiro-do-seculo-xxi/" target="_blank"><em>Bacia das Almas</em></a></p>
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		<title>As Crônicas do Fim – Episódio 10: “Azul”</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 18:15:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[by Gustavo Guilherme Antes que pudesse verificar a origem do disparo, notei que o monstrengo fora baleado na testa, em cheio, e agora seu corpanzil aniquilado despencava em minha direção. Numa tentativa insana de me desviar da aberração, tropecei no ogro gordo e caí. Meu queixo encontrou o chão com um impacto que me deixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ACDF_010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3841" title="ACDF_010" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ACDF_010.jpg" alt="" width="560" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">by <em><strong>Gustavo Guilherme</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Antes que pudesse verificar a origem do disparo, notei que o monstrengo fora baleado na testa, em cheio, e agora seu corpanzil aniquilado despencava em minha direção.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa tentativa insana de me desviar da aberração, tropecei no ogro gordo e caí. Meu queixo encontrou o chão com um impacto que me deixou tonto. Atordoado, escutei um segundo tiro e o barulho deste agravou minha confusão. Eu estava afoito, patético como uma barata em fuga. Se não me concentrasse, o monstro logo me esmagaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Rastejei depressa para algum canto da sala, de olhos fechados e gemendo. E assim que minhas mãos tocaram uma parede nojenta coberta de lodo, sangue e pedaços de carne humana, me encolhi como uma criança medrosa. O Agente gigantesco caiu baleado a poucos centímetros de minhas pernas, causando um estrondo ensurdecedor na sala e levantando uma espessa camada negra de poeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperei alguns instantes antes de suspirar aliviado. Só então, ainda trêmulo e um pouco desnorteado, consegui virar os olhos na direção de quem fora o responsável pelos disparos. De pé na porta, um homem vestia-se com o mesmo indumento dos Agentes, mas sem a máscara de gás, aparentava ter a minha idade, exibia longos cabelos negros e era incrivelmente alto. Sua pele tinha um estranho tom esverdeado e, em suas mãos, uma velha Winshester 44 exalava um fio tênue de fumaça cinza.<span id="more-3840"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele abaixou a arma devagar e ergueu um dos braços para frente, com a palma da mão aberta. A princípio, não entendi seu gesto.</p>
<p style="text-align: justify;">Meus olhos procuraram Madalo. Meu parceiro tinha o pescoço de um dos Agentes nas mãos e, assim que foquei minha visão em seus movimentos, ele girou as mãos em um golpe ágil e preciso, quebrando o pescoço de seu adversário com surpreendente facilidade. Jogou o corpo podre do defunto no chão e, imediatamente, se posicionou para atacar o rival seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, antes que ele pudesse se aproximar do monstrengo extremamente corcunda que gritava sem parar, uma luz muito forte iluminou o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A escuridão do saguão se rendeu e os monstros se curvaram, gemendo com visível sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Virei novamente para o atirador misterioso que acabara de salvar minha vida e aquilo que vi me perturbou: a luz que dissipava toda treva do recinto vinha da destra estendida do homem. Seu corpo inteiro tremia enquanto uma grande bola de energia branca e radiante crescia na palma de sua mão, a vista de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que a emanação de luz aumentava, os Agentes sucumbiam a ela, como se tal poder os dominasse por completo. Primeiro, eles se encurvaram diante daquela força, para depois começarem a gritar e gemer enquanto a pele de seus corpos se desintegrava aos poucos, se desprendendo e evaporando no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como os Agentes, os corpos humanos pendurados nas correntes provenientes do teto também reagiam ao clarão, gritando palavras sem sentido e vomitando sangue. Aqueles que exibiam alguma ferida aberta gritavam com tamanha força que suas entranhas e órgãos internos saíam, despencando no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">A cena era assustadora, mas a cada segundo que se passava, menos eu conseguia enxergar, pois a bola de energia tornava-se cada vez maior e mais clara, dominando aos poucos todo o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente, as paredes começaram a tremer.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande pedaço do teto se desprendeu, vindo cair bem perto de mim. Olhei para cima para me precaver. Se o tremor continuasse, toda a estrutura desmoronaria rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Apavorado, tentei encarar o homem atrás da grande luz. Apesar da força da irradiação, pude notar que ele me olhava. A cor deveras escura de sua íris contrastava com a branquidão que emanava de suas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa do tremor, um dos corpos que ainda estavam pendurados nas correntes se soltou. Era o corpo de uma mulher grávida. Ela alcançou o pavimento com tamanha rapidez e violência que dois de seus membros se separaram do corpo. A perna esquerda escorregou para perto de Madalo, enquanto um de seus braços veio em minha direção e só parou quando tocou minha perna. A cabeça da mulher também se desprendeu do restante do corpo e um buraco sangrento e podre se abriu em suas costas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não consegui conter um breve grito de espanto ao notar que outro membro humano deslizava em minha direção. Outro braço. Este, porém, era muito menor. Media menos de trinta centímetros e estava coberto de um líquido transparente e pegajoso, além de muito sangue. Era o braço do feto que acabara de morrer junto à sua mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois desta visão infernal, não consegui identificar mais nada além daquela imensa luz. E aquele brilho intenso começou a arder meus olhos. Depois de pouquíssimos segundos, uma dor terrível começou a pressioná-los e eu pensei que fosse perder completamente a visão. Tornar-me-ia cego e, se o clarão não parasse, sangraria pelos olhos até morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Começava a levar uma das mãos ao olho quando, de repente, um novo brilho se formou dentro da cintilação. De onde estava Madalo, um fulgor azul semelhante ao que fora produzido pelo atirador misterioso se formava, e era imensamente mais forte e rápido. Crescia depressa, usurpando o brilho do clarão branco que, àquela altura, já havia dominado todo o saguão.</p>
<p style="text-align: justify;">O esplendor azulado explodiu depressa, destruindo corpos e Agentes, e lançando o homem com a Winshester 44 contra uma parede, ele bateu a cabeça e desmaiou.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente, tão rápido quanto surgira, o clarão azul desapareceu, levando consigo toda irradiação da outra luz, que por pouco não me cegara.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, antes que algum mistério se formasse em minha mente, pude contemplar a origem daquele último brilho.</p>
<p style="text-align: justify;">Madalo estava parado no mesmo lugar onde o vira antes da iluminação, ereto e com a cabeça erguida para o alto. Suas mãos estavam abertas uma contra a outra, distantes entre si, na altura do peito. Entre elas, um pequenino fulgor azul ainda cintilava discreto.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu corpo e meus lábios tremiam.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estar visivelmente assustado, me permiti ser dominado por uma pergunta, que fugiu de minha boca.</p>
<p style="text-align: justify;">– Madalo&#8230; – ele pareceu acordar de um transe e me encarou. Depois, balançou a cabeça em sinal positivo, como me permitindo continuar minha indagação. – Cara, que merda foi essa?</p>
<p style="text-align: justify;">Ele não respondeu com palavras. Madalo apenas sorriu.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p>………………..</p>
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		<title>Traço de Arrodeio</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GG</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Bacia das Almas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/320501_1929803903065_1781270673_1272474_1012733375_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3837" title="320501_1929803903065_1781270673_1272474_1012733375_n" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/320501_1929803903065_1781270673_1272474_1012733375_n.jpg" alt="" width="560" height="661" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.baciadasalmas.com/2011/traco-de-arrodeio/" target="_blank">Bacia das Almas</a></em></p>
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		<title>Poderes Ocultos &#8211; Capítulo 10: As Peças do Jogo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 15:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joder</dc:creator>
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		<description><![CDATA[by Joder Filho A sensação que sentia era inebriante. Quanto mais experimentava, mais queria, e mais temia o que viria a receber. Era tanto poder. Tão imenso e ao mesmo tempo tão desconhecido. Augusto tinha certeza de que o garoto era poderoso. Todos eram. E também sabia que ele se destacaria dentre todos. Mas aquilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3832" title="poderes10" src="http://territorio7.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/poderes10.jpg" alt="" width="560" height="256" /></p>
<p style="text-align: justify;">by <strong>Joder Filho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sensação que sentia era inebriante. Quanto mais experimentava, mais queria, e mais temia o que viria a receber. Era tanto poder. Tão imenso e ao mesmo tempo tão desconhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto tinha certeza de que o garoto era poderoso. Todos eram. E também sabia que ele se destacaria dentre todos. Mas aquilo era inimaginável. O garoto possuía poderes maiores do que os seus, e alem da compreensão do sacerdote. Era claro que Deus deveria ter um propósito muito especial para ele. Ainda não sabia como e nem porque, mas Deus transformara aquele reles garoto numa arma de batalha nunca antes vista. Alguém que todos temeriam. Inclusive Augusto. Aquilo era maravilhoso e ainda assim, imensamente perigoso. Ele precisava domar o garoto. Precisava dobrá-lo aos seus preceitos e fazer dele uma ferramenta sob seu comando. Era isso que queria, era isso que precisava. E nada, nem ninguém iria atrapalhá-lo em sua empreitada. Nem mesmo Deus.<span id="more-3814"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao beco, Larissa e Ângela bolavam um plano para se infiltrarem no hospital. Precisariam ser bem silenciosas e incrivelmente invisíveis para que ninguém as descobrisse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ângela ainda não acreditava no que estava por fazer, mas depois do que vira naquelas ultimas horas, a duvida não era um luxo ao qual podia se entregar. Ela vira Jairo se transformar num pequeno gato preto diante de seus olhos, e ela mesma possuir o corpo do rapaz, levando-o a desmaiar. Agora tinha certeza de que a visão era real e não se decidira ainda se isso a animava ou a assustava.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com tudo o que passara, ainda considerava uma loucura invadir um hospital e seqüestrar um paciente. Pelo que Larissa dissera, ele seria mais um do grupo, e também tinha recebido uma visão e dons maravilhosos. Como então ele fora parar num sanatório, ela se perguntava. De certa forma, Ângela sentia pena do rapaz. Recebendo visões e dons inimagináveis enquanto estava enclausurado num lugar daqueles, seria o candidato perfeito a “Louco do Mês”. Como se isso não bastasse, agora ele também correria riscos, assim como ela, Jairo, e Larissa. Quatro jovens muito diferentes, unidos por um Deus em que ela nunca chegou muito a crer. Quatro peças num tabuleiro de xadrez macabro, onde ninguém poderia prever se o próximo movimento seria o último. Para a vitória ou para a derrota. Quatro soldados sem qualquer treino e pratica, à deriva numa floresta fechada, se embrenhando cada vez mais, e cada vez mais se sentindo perdidos. Pelo menos era assim que ela se sentia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, ainda que Ângela desconhecesse o fato, Deus tinha um plano para cada um deles, e o propósito para o qual foram chamados estava apenas começando.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia era simples. Ludibriaria o garoto um pouco, e logo o teria da maneira que precisava. Um soldado. Não questionaria, não faria objeções, só obedeceria a ordens. O problema principal para Augusto era descobrir quem era a semente. O sacerdote recebera uma visão perturbadora. Uma voz falava de uma semente e do quanto ela seria importante para tudo aquilo. A voz lhe disse que Augusto teria o exército perfeito, que dominaria tudo e que sua sombra se estenderia por toda a terra. “Se” ela sibilou suavemente “a semente estiver ao seu lado. É o que decidirá se terá sucesso ou fracassará. Ou você traz a semente para o seu exército, ou é melhor destruí-la de uma vez por todas, antes que se torne perigosa.”</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o princípio Augusto achou que fosse Diogo. Ele era perfeito como servo. Obedecia a Deus cegamente, era exemplo e era poderoso. Mas agora que provara do dom de Arnaldo, ele sentiu algo que há muito tempo não sentia. De fato, a última vez que sentira, fora há eras atrás, na presença de seu falecido pai. Era estranho sentir de novo após tanto tempo. Ainda mais tão seguro do que estava fazendo e do quanto tinha tido sucesso. Era incomum, porém verdade. Todos os seres humanos normais sentiam medo perante aflições e preocupações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Augusto não era normal, nem humano.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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